Ativos judiciais: vale a pena negociá-los?

Quem tem dinheiro para receber na Justiça pode vender esse crédito e antecipar o pagamento. Já quem compra os chamados ativos judiciais consegue uma ótima oportunidade de investimento financeiro. A negociação, vantajosa para ambos os lados, é permitida pelo Código Civil brasileiro.

O que são ativos judiciais

Ativo judicial é todo crédito que foi reconhecido pela Justiça como devido. É qualquer valor que uma pessoa ou empresa tem direito de receber após vencer um processo na área civil, tributária, trabalhista ou contra órgãos públicos. Esse crédito pode ser legalmente transferido a terceiros através de uma negociação privada, independente da concordância do devedor.

Estamos falando da cessão de créditos judiciais. Ela funciona como uma operação de compra e venda. Basicamente, o autor da ação “vende” seu processo a um terceiro para obter a grana em poucos dias úteis. O comprador, então, assume lugar de credor no caso, recebendo o montante tão logo a parte perdedora liquide a dívida.

É possível negociar ativos judiciais de diversas naturezas. Alguns exemplos incluem as ações cíveis, os processos trabalhistas e o pagamento de precatórios ou RPV. (Acesse o link para conferir os detalhes.)

O artigo de hoje explica as vantagens de se recorrer à cessão de crédito, tanto para quem vende quanto para quem compra. Continue conosco e aprenda mais sobre o tema.

Por que você deve vender seus créditos judiciais

Se você tem um processo na Justiça, sabe como o dinheiro da indenização faz diferença. A perspectiva de receber uma grana alta no cumprimento da sentença desperta diversas ideias. Esse pode ser o capital inicial para abrir o próprio negócio, investir nos estudos ou mesmo engordar a poupança.

No entanto, as esperanças logo cedem espaço à frustração. É que o sistema judiciário brasileiro tem a má fama de ser lento demais. Com milhões de processos na fila e um número restrito de magistrados para julgá-los, algumas causas se arrastam por anos nas varas e nos tribunais do país.

O problema é que, enquanto sua ação judicial está parada, a vida segue. E fica cada vez mais cara. É preço subindo, boleto chegando, contas e mais contas a pagar… Um sufoco sem fim!

Tem gente que apela inclusive ao empréstimo para saldar dívidas ou cobrir custos emergenciais. Trata-se de um caminho arriscado. Com juros compostos nas parcelas, o valor final acaba ficando muito acima da quantia que a pessoa precisava inicialmente.

Fizemos uma simulação na plataforma Serasa eCred, que considera as taxas médias de juros do mercado, para ilustrar. Se você obtivesse R$ 10 mil numa financeira e pagasse em 24 vezes, cada parcela sairia por R$ 646,49. Ao fim do prazo, isso daria R$ 15.515,76 – um aumento de mais de 55% em relação ao valor inicial. Que prejuízo, hein?

Nesse contexto, negociar os créditos judiciais pode ser uma saída inteligente. Em vez de se endividar, você antecipa os recebíveis. É uma maneira não só de embolsar o dinheiro mais cedo, como de se livrar das amarras de um processo judicial.

Saiba mais: Como receber dinheiro do processo antes do fim da ação

Ativos judiciais: oportunidade de investimento financeiro

Agora a conversa é com quem investe dinheiro. Se você faz parte desse grupo, provavelmente já conhece a estratégia para faturar mais alto.

O segredo está na diversificação da carteira, ou seja, alocar recursos em ativos de várias categorias. Assim, a rentabilidade de uma aplicação cobre eventuais prejuízos da outra. No fim das contas, o saldo permanece estável, apesar das turbulências do mercado.

Essa prudência é necessária por causa da regra de ouro: quanto maior o retorno, maior o risco envolvido na operação. Isso significa que as opções mais lucrativas são, também, as com grandes chances de prejuízo, a depender de como andar a economia do país.

Por exemplo, ações em alta rendem ótimos dividendos aos investidores. Porém, se os papéis perderem valor na bolsa, o patrimônio encolhe junto.

Na outra ponta há os títulos de renda fixa, que são seguros e previsíveis. Só que, nesse caso, a lucratividade é baixa. Alguns produtos perdem até mesmo para a inflação.

Frente à necessidade de equilibrar segurança e rentabilidade, os ativos judiciais aparecem como uma alternativa interessante. Basta compararmos os números.

Reportagem do site Exame Invest aponta quais foram os investimentos financeiros de destaque no Brasil em 2020. Em se tratando de renda fixa, os fundos de duração alta apresentaram o melhor desempenho, com rentabilidade de 9,34% no ano. Na renda variável, a medalha de ouro foi para os fundos multimercado de investimento no exterior: rentabilidade de 11,52%.

E se dissermos que a taxa de retorno dos créditos judiciais pode passar dos 15% ao ano? Esse índice é possível devido ao deságio na negociação dos ativos e à correção monetária que recai sobre os valores. Enquanto não sai o cumprimento da sentença, o dinheiro continua rendendo.

É evidente que há riscos nesse movimento. Portanto, para evitar um possível calote da parte devedora, sugerimos que você procure uma plataforma como a DigCap. Nossa equipe realiza uma análise técnica para verificar a viabilidade da cessão de crédito. Dessa forma, oferecemos os negócios mais confiáveis para você diversificar a carteira.

Saiba mais: Por que a cessão de crédito pela DigCap é segura

Escolha DigCap para a negociação de ativos judiciais

Existem diversas empresas que intermediam o processo de compra e venda dos ativos judiciais. Para escolher a melhor, a dica é pesquisar. Vale pesquisar em sites de defesa do consumidor, como o Reclame Aqui, para verificar a reputação da marca. Afinal, a opinião de quem já recorreu ao serviço conta muito.

Lembre-se de que a operação deve ser uma situação ganha-ganha. Ambas as partes, vendedor e comprador, precisam estar satisfeitas com os termos da negociação. Por exemplo, um deságio muito alto pode ser atrativo a investidores, mas acaba saindo pouco vantajoso à pessoa que cede o crédito. Também é preciso redigir um contrato para atestar a validade legal da transação.

A DigCap cuida de tudo isso para você. Nós somos a primeira plataforma de intermediação de créditos judiciais 100% on-line do Brasil. Todas as etapas, da análise do caso à assinatura do contrato, acontecem pela internet. Esse é um jeito rápido, seguro e transparente de fazer negócio. Quer ver como é simples? Acesse o site e conheça as vantagens da plataforma DigCap. Lá tem um passo a passo que explica direitinho como funciona a venda dos créditos judiciais. Aproveite!